segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Saudades- Poesia ficção


Dói perder alguém tão amado, dói saber que aquele lugar está desocupado e não existe ninguém para preenchê-lo, pois um verdadeiro amor é insubstituível, nunca irei substitui-lo, só me resta à dor e o estranho vazio.

Perco-me a cada estante nos vultos do passado, em meio aos teus abraços que não me aquecem mais, são lembranças e nada mais.

Minha alma chora e o meu coração dói, refugio-me entre quatro paredes frias, fecho a porta, só procuro paz.

E busco esquecê-lo, mas dói ao tentar, pois a verdade que eu quero relembrá-lo, mas no momento que desperto desespero-me, por não tê-lo, e como assim? –Tenho que aprender a viver sem você... Dói meu amor, dói em mim!

Um verdadeiro amor só deixa saudade, uma alma vazia e um coração dolorido. E todos os espaços do meu corpo, uma imensidão sem destino.

Hoje me abati...
Sinto todos os dias a tua falta,
Mas hoje senti como nunca havia sentido,
Como se tudo que já senti
Há tanto tempo
Estivesse invadido o meu mundo,
E tudo que eu queria
Era está contigo...
Meu amor!...

Embora nada faça sentido,
Ainda te percebo nos mínimos detalhes,
Mas é no fechar dos meus olhos,
Que sou impulsionada ao passado,
Aonde te encontrei e te perdi...
Meu amor!...

Hoje me abati...
Sinto todos os dias a tua falta,
Mas hoje senti como nunca havia sentido...
Meu amor!...

Lucy Coelho – 07.11.2 015
texto ficção - saudades